Saturday, May 10, 2008

Sessão Comemorativa pelos 17 anos da ACIL

A ACIL - Academia Itaperunense de Letras realizou Sessão Comemorativa pelos seus 17 anos e pelo Centenário de Machado de Assis, dia 09/05/08, às 19h, no São Nobre da UNIMED de Itaperuna.
Finalizamos a noite com um momento de confraternização quando foi oferecido um delicioso coquetel.
As fotos:
Mesa Diretora

Momento emocionante da noite: Jurema declamando o poema "Mãe", ao homenagear a Acadêmica Jacy Gomes Pavan. Jurema é Presidente Emérito da ACIL e junto com a acadêmica Natália foi Mestre de Cerimônia do evento.

Acadêmica Marina Caraline apresentando a dramatização a ser realizada pelos seus alunos do Curso de Letras da UNIG- Universidade Nova Iguaçu.

Aluna da UNIG dramatizando o conto "Um apólogo", de Machado de Assis.

Acadêmica Natália, Mestre de Cerimônia da Sessão.

Cândida, Coordenadora Estadual do Noroeste Fluminense II.

Acadêmico Dr. Francisco Alonso, Presidente Emérito da ACIL.

Membros Efetivos da ACIL e Cândida.

Mesa Diretora

Auditório



Escritor de Literatura Infantil Luiz.

Destaque no evento




Fechando com “chave de ouro” as homenagens à Machado de Assis, a ACIL apresentou na "Hora de Arte" três números, de dois ilustres compositores brasileiros, nascidos na época Machadiana.

1.A Acil convidou a todos para entrarem no túnel do tempo. Nele experimentamos o privilégio de ouvir ver e sentir a expressiva criatividade brasileira, na execução de peças do século XIX. É nesta atmosfera musical que ouvimos do compositor Carlos Gomes - o maior compositor brasileiro operístico das Américas - Anália Ingrata, composta em 1859 em seus 23 anos de idade. Para este momento, chamamos o violinista Fabio José de Souza e a pianista e solista - a acadêmica Regina Codeço.

2.Ouvimos também um compositor que transitou nos séculos XIX e XX: Ernesto Nazareth, considerado o fixador do tango-brasileiro ou mais conhecido como o Rei do Choro, nascido 1863. Em sua vastíssima obra, observa-se uma rara ligação entre o erudito e o popular: podemos dizer que não é um erudito, na acepção da palavra, nem é um compositor apenas popular. Mesmo influenciado pelo maxixe, lundu, ritmos africanos e pelos chorões, Nazareth, resistiu bastante em dar denominações populares a suas composições. O máximo que se permitiu durante muito tempo foi classificar suas músicas como "tangos brasileiros", uma vez que o tango argentino e a polca eram as danças de salão da moda à época (década de 1880).
Nazareth trabalhou e criou fama como pianista da sala de espera do cinema Odeon, para o qual compôs o chorinho "Odeon", uma de suas peças mais célebres. Foi brilhante a apresentação do jovem Fabio Bruno Sant’Ana Almeida Quadra, aluno do Conservatório de Música Santa Cecília de Itaperuna.



3.Encerrando a apresentação dos compositores musicais da época Machadiana, voltamos ao maestro Gomes, com sua mais famosa modinha, feita em 1859, para Ambrosina sua primeira namorada, moça da família Correia do Lago. A saudade apertou o coração de Carlos Gomes e ele compôs essa jóia que se chama Quem sabe?!..., na poesia de Bittencourt Sampaio, cujos versos "Tão longe, de mim distante... " ainda são cantados até hoje. Apresentação da acadêmica Regina Codeço ao piano e solo, e do violinista Fábio José de Souza.

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